Receita de família · Salvador

O pãozinho que virou tradição

Macio, recheado e feito com o mesmo carinho de sempre. Sabor e carinho a cada mordida.

Pãozinho Delícia de queijo reino, recheado e coberto de queijo ralado

Quentinho,

do forno pra você

Pãozinho Delícia

Massa macia, recheio generoso e aquela nuvem de queijo que não deixa ninguém passar direto pela mesa.

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. É o nosso carro-chefe desde o primeiro dia: vai bem no café da tarde, na reunião de família e na mesa de festa — no tamanho tradicional ou no coquetel, para comer em uma mordida.

  • Pãozinho Delícia tradicional coberto de queijo ralado

    Tradicional

  • Pãozinho Delícia recheado com requeijão e coberto de parmesão

    Requeijão + parmesão

  • Pãozinho Delícia recheado com peito de peru

    Peito de peru

  • Pãezinhos Delícia de queijo reino na caixa

    Queijo reino

Ana Ferrão, fundadora da Quem Quer Pãozinho?, segurando a caixa da marca

Quem faz

“Cada pãozinho que sai do nosso forno carrega o mesmo carinho dos aniversários lá de casa. É isso que eu quero que as pessoas sintam na primeira mordida.”
Ana FerrãoFundadora da Quem Quer Pãozinho?

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Tudo começou na cozinha de casa, com fornadas de pãezinhos para a família e os amigos — e com a pergunta que virou nome: quem quer pãozinho?

Integer posuere erat a ante venenatis dapibus. A procura cresceu, as encomendas viraram rotina e, pouco a pouco, vieram os salgados, os doces, os bolos e os eventos completos. Mas o carro-chefe continua o mesmo.

Onde tudo começou

A história do Pãozinho Delícia

O Pãozinho Delícia nasceu por acaso, nas mãos de Elíbia Portela — a cozinheira baiana que há 50 anos ensina gerações a cozinhar. Uma receita tipicamente baiana, que atravessou cozinhas, festas e famílias até chegar à nossa mesa.

Uma receita que passa de mão em mão.

Tudo começou com um fermento que ia para o lixo. Ainda menina, ajudando a mãe — que preparava banquetes, casamentos e lanches por encomenda —, Elíbia viu a farinha atrasar e o fermento passar da hora. A mãe ia descartá-lo; ela guardou num cantinho e, quando a farinha chegou, foi misturando aos poucos, na teimosia.

A massa cresceu tanto e ficou tão mole que não dava para modelar. A solução veio de outro clássico baiano: com duas colheres, como se faz com o acarajé, ela distribuiu as porções na assadeira untada com manteiga e levou ao forno a lenha. Saiu um pão “feio, mas gostoso” — até ganhar manteiga pincelada e requeijão ralado por cima, uma verdadeira nuvem de queijo.

Primeiro foi pão de aniversário, depois pão maravilhoso. O nome definitivo veio em Salvador, quando uma baiana provou o pão que Elíbia levava para vender aos turistas e decretou: aquela era a verdadeira delícia. Desde então, ele virou presença certa nas festas da Bahia — e Elíbia sempre fez questão de ensinar a receita a quem quisesse aprender.

  1. 01

    O fermento salvo

    Ainda menina, Elíbia aproveita o fermento que a mãe ia jogar fora.

  2. 02

    Pão de aniversário

    Massa mole, duas colheres e requeijão ralado por cima. Depois, pão maravilhoso.

  3. 03

    Pão delícia

    Em Salvador, uma baiana prova e batiza: “a verdadeira delícia”.

  4. 04

    Na nossa mesa

    A receita que virou tradição baiana é o carro-chefe da Quem Quer Pãozinho?

Bandejas de salgados e doces assados para eventos

Buffet & Eventos

Do pãozinho ao seu evento

O pãozinho abriu as portas e, com ele, vieram salgados, doces, bolos, estações gastronômicas, fotografia e toda a estrutura para a sua festa.

Conheça o Buffet & Eventos